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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

HOLOCAUSTO

NÃO ACREDITO

Faz poucos dias que escutei uma emissora de radio de Curitiba transmitindo uma entrevista com uma pessoa, que se dizia ex-prisioneiro de um campo de concentração. Falava português, mas com sotaque carregado. Sendo um tema que já abordei por diversas vezes, tentei acompanhar, mas, confesso, não consegui. Apesar do tempo que já passou, 66 anos, o esquema permanece o mesmo. São os assim chamados sobreviventes que prestam o seu TESTEMUNHO sobre as horripilantes cenas que assistiram e que no seu conjunto teriam causado o GENOCÍDIO de quase a metade de um povo inteiro.

É verdade que já era um povo pequeno. Este povo era representado por 14 MILHÕES de pessoas, espalhadas pelo mundo todo, segundo diziam seus dirigentes em sua “Declaração de Guerra à Alemanha” dia 24 de março de 1933 (mais de seis anos antes de começarem os verdadeiros combates e menos de dois meses após o novo regime teuto ter assumido).

Testemunhos, testemunhos conflitantes, testemunhos extorquidos, além de filmes hitchkockianos e fotos falsificadas serviram e continuam servindo a diversos propósitos, entre os quais a difamação e aniquilação do povo dos meus antepassados. É o que motiva o meu trabalho.

Propósito dos mais importantes naturalmente é o financeiro. É público e notório que a força que Israel hoje representa é devida às enormes indenizações pagas pelo estado fantoche que hoje figura no mapa como sendo a Alemanha. Noticia a última edição da revista ZUERST (politicamente incorreta) que a Alemanha acaba de entregar a Israel o sexto submarino da classe Dolphin (pode portar armas nucleares), fazendo um desconto de 135 milhões de euros do seu custo. As primeiras entregas foram gratuitas. Tudo recebido por Israel a título de “ressarcimento por crimes nazistas”.

Naturalmente o alegado “genocídio” também serve para justificar sua guerra com os palestinos enquanto estes, em sua santa ingenuidade, acusam seus inimigos de agirem como “nazistas”. Esquecem-se de que em novembro de 1941 o Grão-Mufti de Jerusalém (maior autoridade muçulmana em direito) visitou Hitler em Berlim, a fim de lhe assegurar o apoio do mundo árabe. Não o fez contra Israel, pois este estado ainda nem existia.

Se acima chamei a RFA - República Federal da Alemanha de estado fantoche isto é, entre outros motivos, também porque seus políticos são submissos aos propósitos dos que se dizem vítimas de genocídio. Um deles, que sempre me intrigou, foi Helmut Schmidt, chanceler da RFA de 1974 a 1982. Na época tive certa admiração por ele. Mas em entrevistas ou discursos Schmidt também falava em “culpa pelos seis milhões...”. Hoje está com mais de 90 anos, apesar de fumar igual chaminé, até diante das câmeras. Frente a estas eu o vi há pouco tempo sendo entrevistado. Em um trecho o apresentador se referiu ao período da guerra, durante a qual Schmidt serviu à Wehrmacht como oficial, isto em várias frentes. E o apresentador perguntou se nestes deslocamentos ou então em qualquer outra oportunidade Schmidt ouvira falar em Bergen-Behlsen. Recebeu um NÃO como resposta. Na sequência o repórter citou um a um vários nomes de campos de concentração, hoje conhecidos por todo mundo, sendo que a cada vez seguiu-se a seca negativa do ex-oficial e ex-chanceler. Sempre um claro, decidido NÃO. Parece um tanto quanto contraditório Schmidt confirmar os “seis milhões” e, como oficial da Wehrmacht, dizer que desconhecia a existência de campos de concentração. Helmut Schmidt é neto de avô judeu.

Voltando à persistente campanha publicitária que se faz mundo a fora do genocídio especial, supostamente praticado pelos alemães, insisto, também com persistência, em dizer que não acredito. Alega-se que não há provas materiais, porque as seis milhões (chegaram a falar em 28 milhões) de vítimas foram cremadas. Desprezam dois fatores fundamentais exigidos para a cremação de um corpo humano: o tempo e o combustível. Tempo é só uma questão de matemática e combustível era severamente racionado. Tanques e aviões chegaram a parar por falta de combustível e a quantidade de carvão que a população recebia para aquecer suas casas durante o inverno era bastante limitada.

Citei apenas dois argumentos que demonstram a falsidade das afirmações dos acusadores, lembrando que seria deles, dos afirmacionistas, a obrigação de trazer provas indiscutíveis, não apenas “testemunhos”, que após quase setenta anos adquirem um ranço extemporâneo. A lavagem cerebral, que fazem nas nossas escolas através de suas comissões especializadas, também não pode ser vista como atitude ética, tampouco honesta.

Toedter

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